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Especialistas apontam aulas de música como saída para concentração e socialização

 

Musicalização infantil canaliza energia e desenvolve a criatividade

ajudando inclusive no rendimento escolar

 

 

Centenas de artigos publicados na internet apontam a música como principal ferramenta para a concentração, socialização e desenvolvimento escolar na primeira infância. Dentro deste contexto, escolas e conservatórios criaram conceitos para desenvolver as habilidades dos seus alunos e promover um ambiente saudável e criativo.

 

De acordo com o músico Paulo Xuxa, crianças a partir de 2 anos até os 6 conseguem grandes avanços nas aulas. “Nós usamos a metodologia da musicalização infantil, que proporciona o acesso a todas as mais diversas áreas desta arte. Ou seja, a criança antes de mais nada vai aprender, de maneira divertida e didática, sobre todos os instrumentos e ainda sobre a parte teórica, pintando as notas musicais e reconhecendo do que se trata uma partitura brincando”, conta.

 

Outro diferencial oferecido para as crianças são as aulas de práticas de banda, onde os alunos compõe a banda e o professor funciona como mediador de vários instrumentos e da aula e desta maneira mostram como se comportar em uma banda, como ouvir o colega e a audição de todos os instrumentos envolvidos. “É uma reunião extremamente produtiva e onde se aprende a importância do grupo, da equipe e que, através desta sintonia criam-se as melhores composições e apresentações”, explica.

 

Segundo Paulo Xuxa, embora pareça que estas aulas vão aquietar a criança, o propósito não é esse. “Criança é pra brincar, correr, se sujar e o objetivo da música não é eliminar isso, mas sim canalizar boa parte desta energia para acessar a parte criativa do aluno”.

 

Além das crianças, os adultos também se utilizam dos instrumentos para direcionar as emoções. “Temos alunos de diversas as idades, mas o que percebemos é que depois dos 30 anos as aulas deixam de ser um estudo e passam a ser um hobby”, ressalta Xuxa que reforça que de uma forma ou de outra a musicalização chega a ser terapêutica.

 

 

Fonte: Revista Na Mochila.

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