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Brasil vive uma epidemia de sífilis

 

Nos últimos cinco anos, a doença avançou significativamente: a taxa de bebês com sífilis congênita em 2015 foi de 6,5 casos a cada mil nascidos vivos – 13 vezes mais do que é tolerado pela Organização Mundial da Saúde e 170% a mais do que o registrado em 2010. A sífilis em gestante passou de 3,7 para 11,2 casos a cada mil nascidos vivos, um aumento de 202%. Para sífilis adquirida (denominação dada para a doença na população geral), a taxa é de 42,7 casos a cada 100 mil habitantes. A sífilis é uma doença infecciosa causada por bactéria. Sem tratamento, pode provocar inicialmente feridas na pele e depois complicações no sistema cardiovascular e neurológico, podendo inclusive levar a óbito. O principal meio de transmissão é o contato sexual sem proteção, e a gestante pode transmitir a doença para o feto pelo sangue em qualquer fase da gravidez ou estágio da doença, podendo provocar aborto, nascimento prematuro ou surdez e deformidade nos dentes das crianças. Como os sintomas podem passar despercebidos (feridas no colo do útero, por exemplo), é imprescindível que todas as mulheres passem pelo teste de sífilis antes de engravidar. O tratamento correto impede o avanço da doença e os efeitos sobre o bebê.

 

Fonte: Revista NA MOCHILA.

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