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Entenda como deve ser a relação entre professores e crianças com diabetes

 

Segundo dados da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) 10 milhões de pessoas têm diabetes no Brasil. Deste total, 7,6 milhões são acometidos pelo tipo 2 da doença, o mais comum e único que pode ser evitado. O problema, cada vez mais comum, tem afetado um número enorme de crianças, principalmente por má alimentação, sedentarismo e obesidade. 

 

A escola é fundamental para a integração, desenvolvimento e maturidade da criança diabética. Por isso, os pais devem informar os professores sobre o caso do filho, detalhes do tratamento, monitoramento da glicemia e insulina, alimentação e atividades físicas, além de informar os procedimentos necessários em casos de emergência.

 

O médico Massimo Colombini Netto, especialista em medicina da família, dá dicas aos professores para conviver tranquilamente com o pequeno com diabetes:

 

- Saber o que é diabetes;
- Liberar a criança para ir ao banheiro, sempre que estiver com vontade de urinar;
- Incentivar o automonitoramento;
- Prestar auxílio na aplicação da insulina, se necessário;
- Observar e acompanhar o plano alimentar e o horário correto para a realização do lanche ou refeição;
- Incentivar o aluno a comer alimentos com fibras e com baixo teor de açúcar e gordura;
- Permitir que a criança alimente-se dentro da sala de aula, caso o nível de glicose no sangue esteja baixo ou se o pequeno apresentar sintoma de hipoglicemia;
- Saber proceder quando o açúcar no sangue está alto ou baixo e também em casos de emergência.

 

Fonte: Massimo Colombini Netto, especialista em medicina da família.

 

Este conteúdo é publicado na revista NA MOCHILA e compartilhado pelo Programa Escolas do Bem, do Instituto Noa.

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